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Archive for maio \26\UTC 2011

Para viver bem…Silencie!!!
Para viver bem…
Pense antes de falar!
Falar sem pensar não existe.
O que acontece muitas vezes é que pensamos errado, devagar
 ou muito
 rápido, e ai falamos bobagens.
Quantas vezes nos arrependemos de uma pequena frase ou de
 um simples
sim ou um não dito sem uma reflexão mais cuidadosa.
Não precisamos ser tão apressados em manifestarmos
nossa opinão.
Observe os sábios e sinta como se expressavam.
As palavras serenas, sempre transmitiam o que traziam na alma.
Além da razão, consulte  o coração antes de falar.
 
(do livro: Para viver bem – HumbertoC.Pazian)
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Fim de Caso

Fim de Caso

 

Querido Panetone,

Eu te amo, mas não podemos viver assim: eu cortando você em pedaços e você me engordando sem parar. Quando o amor deixa o casal infeliz, é hora de parar. Amor não é sofrimento.

Apesar da sua massa macia e suave, tem aquelas frutinhas cristalizadas de toda relação. Acredite, vai ser melhor pra nós dois. Você fica com sua integridade, e eu com minha cintura.Continuarei olhando você com ternura e desejo, mas sabendo que já não nos pertencemos mais.

Adeus, Panetone. Foi doce, foi bom, mas deixou marcas que agora a blusa comprida precisa encobrir…

Adeus…

 

Resposta do Panetone:

 

Querida,

Primeiramente quero dizer que o que engorda não é o que te delicia entre o Natal e o Ano Novo, mas tudo o que você come entre o Ano Novo e o Natal; portanto, reveja seus fundamentos.

Sei da sua admiração por mim e que sua decisão de me deixar está muito mais ligada à sua incapacidade de administrar seu peso do que a qualquer insatisfação comigo.

Sinto pela separação, mas ainda vamos nos encontrar. Assim como minha massa é mole, a carne é fraca. Você ainda vai ter uma recaída. Não encare isto como uma praga, mas sabedoria de quem entende muito de tentações.

Acho que você está carente. Se eu tivesse bracinhos, dar-lhe-ia um abraço.

Por enquanto, do seu sempre,

Panetone

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“TERREMOTOS”

“TERREMOTOS”

Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei:
“Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos“.

Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida “terremotos” avassaladores, o que fazer?
Exatamente o que disse o General:
“Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos“.

E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso “sepultar” o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa “esquecer” o passado.
Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.

Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.

É assim que a história nos ensina.
Por isso a história é “a mestra da vida“.
Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça:

enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

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Rosa vermelhaViva Como as Flores

Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e ainda sofro com as que caluniam.Pois viva como as flores, advertiu o mestre.
Como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo.

Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.

Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável,
mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.Os defeitos deles são deles e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores.

(Autor Desconhecido)

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Não sei escrever tudo o que sinto, mas sei sentir e com um amor imenso cada pedacinho da vida.
Não sei amar de morrer porque para mim amar é viver.
Não sei sonhar todos os meus sonhos, só sei sonhar o que o meu coração pede.
Não sei dar tudo de mim, mas me esforço para dar o que posso.
Não sei quase nada da vida, mas sei que é bom existir.
Tudo o que eu sei é que a vida é linda e que enquanto houver um mínimo de ternura para oferecer, a vida vale a pena viver.

Eu nada sei
 © Letícia Thompson
  

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