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Archive for the ‘Para Refletir’ Category

Morte… e a dor da perda

Morte. A palavra, por si só, já carrega um peso. É a única certeza que temos na vida, a de que todos morreremos um dia. Mas é difícil se preparar para perder alguém. Algumas almas elevadas conseguem lidar bem com as perdas, mas acredito que a grande maioria das pessoas não está pronta para ver arrancado de sua vida alguém que ama. A gente sente uma saudade diferente. É uma saudade amarrada pela certeza de que nunca vai passar. É uma saudade que vai ser eterna. A gente apenas se acostuma a conviver com a ausência, mas não esquecemos, não deixamos de sentir falta… as memórias permanecem, o peito aperta em cada lembrança, e só o tempo mesmo para acalmar o coração…

A compreensão da morte vai depender da crença religiosa de cada um. Cada um interpreta o ato de morrer de uma forma diferente. Para alguns, voltaremos em uma nova encarnação; para outros, ali acaba a vida…. Teorias não faltam para tentar explicar a morte… Mas o fato é que é difícil perder alguém. Para mim, pelo menos. Um vazio parece invadir nosso peito, a sensação de que você não está vivendo aquilo, uma vontade de que seja tudo um sonho, um desespero que a gente não consegue explicar… O descontrole inicial passa, e você cai na real: a pessoa já não está em sua vida, não daquele jeito a que você estava acostumado.

Aquela rotina que vocês cumpriam já não existe. Você sempre espera a pessoa chegar naquela hora de costume, mas ninguém bate à porta… No horário do telefonema, ele simplesmente não toca… Ouvir a voz dando bom-dia, ouvir a voz falando qualquer coisa… As fotos trazem lágrimas, você pensa que podia ter feito tanta coisa mais, pensa que podia ter falado tanto mais, pensa que podia ter feito algo diferente, ainda que não tenha feito nada de errado… Enfrentar a morte é um processo que exige tempo para que consigamos lidar melhor com a situação, com a ausência em si… Eu perdi alguém. E eu nunca havia pensado no quanto dói perder alguém.

Mas a vida segue seu rumo, impiedosa. Os dias continuam passando a cada 24h e o resto de sua vida caminha a passos largos, ainda que você precise dar um tempo de tudo. Só que hoje, não temos tempo nem para o luto. Não que ninguém deva se entregar à dor e lá ficar. Não é isso… A questão é que é impossível exigir que funcionemos como se nada tivesse acontecido. É impossível desvincular o emocional das nossas rotinas diárias. Mas a nossa sociedade apressada não quer saber disso. Não temos mais tempo para chorar. Ou então choraremos a caminho de algum lugar, ou enquanto executamos alguma atividade…

A fase de luto não é fácil. Dói, machuca… nossas lembranças se viram contra nós, porque trazem à tona as imagens que gostaríamos de esquecer. O mundo não para, os segundos correm, o tempo passa… Sinto falta de termos mais tempo pra gente. Sinto falta de termos tempo pra ficar em casa vendo sessão da tarde e comendo pipoca… Porque um dia nós é que vamos morrer… e a perda me fez pensar no quanto é importante se preocupar com o que você anda fazendo da sua vida… Eu queria poder ter mais tempo pra chorar, mas ele, meu tio, tenho certeza de que só ficará feliz quando me vir rindo, lá de cima… Ele sempre ficava feliz quando eu estava bem.

As lágrimas ainda caem, mas o riso já estampa meu rosto, em homenagem a ele, que passava a vida a sorrir… Um dia seremos cada um de nós, deixando esse mundo. Mas enquanto eu tiver nele, escolhi que vou fazer o melhor pra ser feliz e viver. Viver mesmo, dedicando tempo àquilo que me dá prazer, a sentar com meus amigos, a ficar deitada vendo filme… Toda perda nos faz refletir…. Eu quero aproveitar cada momento que eu posso ter ao lado das pessoas que amo. Quero aproveitar cada segundo ao lado delas… Chorarei pela perda de cada um que amo, mas farei brilhar no rosto um riso, por ter podido compartilhar tudo o que foi possível enquanto estavam ao meu lado.

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Para viver bem…Silencie!!!
Para viver bem…
Pense antes de falar!
Falar sem pensar não existe.
O que acontece muitas vezes é que pensamos errado, devagar
 ou muito
 rápido, e ai falamos bobagens.
Quantas vezes nos arrependemos de uma pequena frase ou de
 um simples
sim ou um não dito sem uma reflexão mais cuidadosa.
Não precisamos ser tão apressados em manifestarmos
nossa opinão.
Observe os sábios e sinta como se expressavam.
As palavras serenas, sempre transmitiam o que traziam na alma.
Além da razão, consulte  o coração antes de falar.
 
(do livro: Para viver bem – HumbertoC.Pazian)

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“TERREMOTOS”

“TERREMOTOS”

Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei:
“Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos“.

Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.

Muitas vezes temos em nossa vida “terremotos” avassaladores, o que fazer?
Exatamente o que disse o General:
“Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos“.

E o que isso quer dizer para a nossa vida?

Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso “sepultar” o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa “esquecer” o passado.
Enterrar os mortos.

Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente.
Cuidar do que ficou vivo.
Cuidar do que sobrou.
Cuidar do que realmente existe.

Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.

Fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida.
Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.

É assim que a história nos ensina.
Por isso a história é “a mestra da vida“.
Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça:

enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

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Rosa vermelhaViva Como as Flores

Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e ainda sofro com as que caluniam.Pois viva como as flores, advertiu o mestre.
Como é viver como as flores? – Perguntou o discípulo.

Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim.

Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável,
mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.Os defeitos deles são deles e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores.

(Autor Desconhecido)

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O conto mais curto e mais bonito que já li em toda minha vida… 
 
Era uma vez um rapaz que perguntou a uma garota se ela queria se casar com ele.
A garota disse “não”.
E assim ela viveu feliz para sempre…

Sem lavar, 
sem cozinhar,  
sem passar roupas pra ninguém, 
saindo com suas amigas,
ficando com quem queria, 
gastando seu dinheiro consigo
e sem trabalhar para ninguém.

FIM

  

O problema é que não nos contam isto quando somos crianças.

Ao contrário, nos enchem a cabeça com o maldito príncipe encantado! 
 
 Para todos aqueles homens que perguntam: “Para que comprar a vaca se posso ter o leite gratuito?”

Temos que dizer: “Hoje em dia 80% das mulheres estão contra o matrimônio e, sabe por quê? Porque as mulheres se deram conta de que não vale a pena comprar o porco inteiro por uma linguiça”.

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Curiosidade!!!

Curiosidade!!!
Amigos, vejam que coisa inusitada: 
“nós nunca mais veremos um mês de Julho” como em 2011.
Ou alguém de nós viverá mais 823 anos?Boa sorte a todos nós!!!
 
Julho/2011

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Este ano, Julho terá 5 sextas-feiras, 5 sábados e 5 domingos.
 
Isto acontece uma vez a cada 823 anos. Estes anos são conhecidos como ‘money
bags’.

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O emprego do pronome indefinido…

   Era uma vez quatro indivíduos que se chamavam todos, alguém, cada um e ninguém.

   Existia um importante trabalho a ser feito, e pediram a todos para fazê-lo.

   Todos tinham certeza de que alguém o faria.

   Cada um poderia tê-lo feito, mas na realidade ninguém o fez.

   Alguém se zangou, pois era trabalho de todos!

   Todos pensaram que cada um poderia tê-lo feito e ninguém duvidava de que alguém o faria.

   No fim das contas, todos fizeram críticas a cada um porque ninguém tinha feito o que alguém  poderia ter feito.

                            *** Moral da história***

    Sem querer recriminar atodos, seria bom que cada um fizesse aquilo que deve fazer sem alimentar 

 esperança de que alguém vá fazê-lo em seu lugar…

    A experiência mostra que lá onde se espera alguém, geralmente não se encontra ninguém.

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